terça-feira, 28 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Novo tipo de turismo aos domingos no Oeste...
Quem não se importa nada são os contribuintes, que inutilmente vêem o seu dinheiro ser gasto em psicólogos, médicos de clínica geral, fármacos, enfermeiros, administrativos ,bombeiros e mais uma catrefada de meios a serem utilizados para gastos de gente parva, que aquilo tratava-se era à chapada. Pagamos todos, é que andamos todos a pagar..voltámos ao Estado do PAGAM TODOS...
Ali dois bofetões faziam a diferença, entre o que eu pago de impostos para imbecis como tais usufruírem de turismo de primeira categoria, num dos 3 Hospitais ou dos 4 centros de Saúde oestinos. Que lá na falta nada. Lá na falta mesmo nada.
- Não tem nada para fazer, no próximo domingo?
- Aproveite o novo tipo de turismo da região oestina lhe oferece...3 HOSPITAIS 4 CENTROS DE SAÚDE.. é o que lhes vale...
Não paga e eles tratam de tudo..arranje só maneira de lá ir parar e avise a família para poderem estar presentes durante a sua maravilhosa estadia..
Pare o trabalho, esqueça os encargos com o filhos, esqueça tudo, encontre a forma mais natural e viável de repararem em si!!!
Ele há lá de tude... mesmo de tude... nativismo abominável..há prá aí mais desse gado que eu sei lá... valha-me nossa SRA dos SUNTOS BONS!!!
Traz suntos bons pa mim e deixa lá que os suntos maus e estranhos e de seres que não são pessoas, que fazem cenas estranhas e bizarras, e que ninguém fulmina de uma vez por todas e não sabe porquê....
Olha era a noite toda nisto, mas seria difamação e esse risco não podemos correr...jamais..há que manter uma certo nível se bem bem que para mim... desde P*** a tudo por aí tá bom....
Just to you... kativado por...
p.s. Faca-me o favor que comentar ...devia ter postado o sr, é muito mais sábio que eu nestes suntos..uma visão global e particular sobre o assunto...
sábado, 25 de abril de 2009
Tanto disto nesta horta...
O cidadão que alguma vez modificou o seu sentido de voto por causa de um cartaz, que levante o braço. Num país onde a educação e a cultura continuam a ser territórios mais do desprezados, asfixiados pela política - que tudo faz para os manter estanques, de modo a que a população permaneça incapaz de perguntar, descobrir e exigir -, é natural que as pessoas votem por amor ao padre, ao filho ou à vizinha. Já tivemos autarcas a oferecer electrodomésticos em troca de votos, temos autarcas que se gabam de fugir ao fisco e continuam a receber os votos e o aplauso do povo, que clama: "Rouba, mas faz". Há políticos que vão porta a porta explicar aos velhinhos analfabetos em que símbolo devem pôr a cruzinha - e para esse efeito, os panfletos de propaganda podem ser úteis.
Mas a quem serve a invasão de cartazes nas grandes cidades? Às agências de comunicação, claro. Há meses, Manuela Ferreira Leite clamava que não sabia o que isso era - mas entretanto, que remédio, aprendeu: lá está ela, gigantesca, em todas as esquinas, anunciando uma coisa que eu aliás duvido que excite alguém: Política de verdade. A uma hora destas, o pessoal já não aguenta nem mais um grão de verdade. Já chega: não se arranja por aí uma mentirazita animadora? Uma coisa que nos dê alento para sorrir ao levantar da cama, de forma a que nos animemos a trabalhar mais e melhor, para podermos acabar com a crise mais depressa?
Agora que a ASAE já chegou aos decotes e ao tamanho das saias das funcionárias públicas - os códigos de apresentação dos homens continuam por escrutinar - que alegria no trabalho nos restará? Nem o perfume escapa: quando a PIDE dos costumes da Função Pública proíbe "perfumes agressivos", inclui o cheiro a suor de três dias, ou só os perfumes engarrafados? E, mais uma vez, só os delas? É que há limites para a verdade que uma cidadã está disposta a enfrentar.
Pelo menos, nos cartazes, Manuela quase sorri. Mas alguém irá votar por causa de um quase sorriso, mil vezes repetido? Alguém votará em Vital Moreira por causa da expressão "Nós, Europeus" ou da caligrafia da sua assinatura, também mil vezes repetida, ao lado do seu retrato sobre um fundo misto de sangue e mar? Alguém votará no PCP por causa dos cartazes que nos gritam a necessidade de dar "mais força" a este partido?
E assim por diante. Ainda a vasta procissão eleitoral vai no adro e já a capital do país parece os destroços de uma feira popular - o que não deixa de ser irónico, dado que a mesma capital arrasou há anos a rentável feira popular que tinha, e nunca mais tratou de criar outra -, divertimento simples para a arraia-miúda é coisa que nem os políticos chiques nem os intelectuais sonantes estão dispostos a defender. Cheira a sardinha assada, a balões, a carrinhos de choque e a farturas. Não fica bem.
Para os supostos magos da "imagem" e da "comunicação", este ano não é de crise: há muito photoshop a fazer para tornar luminosos os mais pardos rostos, muita consultoria sobre cores de camisas e gravatas, muitos slogans a reinventar, por assim dizer, a partir de exemplos bem sucedidos lá pelas Europas dos ricos e pelas Américas ousadas. Louvo a iniciativa de José Sá Fernandes, de despoluir a Praça Marquês de Pombal - e a resposta dele aos que, de dedo em riste, o acusaram de também já ter prevaricado, é deliciosa, e deliciosamente portuguesa: "Não fui eu, foi o Bloco de Esquerda".
Ou seja: a culpa foi daqueles meninos que entretanto decidiram dar-lhe um pontapé. Note-se que o Bloco de Esquerda alegou como pretexto para se desfazer do Zé o empréstimo de uma praça da cidade, por um tempo curto, para a realização de um anúncio, a troco de obras definitivas nessa praça. O Bloco alegou isso, e uma coisa ainda mais feia, que foi a solidariedade do Zé face a uma colega brutalmente atacada por ter desencadeado uma auditoria que levou antigos administradores de uma empresa municipal ao banco dos réus.
Ora a mim parece-me que o facto de um candidato ter errado (no caso, ao usar cartazes num espaço protegido) não o deve impedir de assumir o erro e passar a fazer a coisa certa. Se mais vezes os políticos assumissem os seus erros e se se determinassem a corrigi-los, o país estaria de muito melhor saúde. Aliás, tenho pena que não se proíbam os cartazes políticos em todos os espaços urbanos. Ao contrário dos decotes, incomodam-me. Não tanto pela miséria estética, como pelo que cada um deles significa - dinheiro atirado à rua. Dinheiro nosso, que, mais uma vez, não é utilizado a nosso favor.
8:00 Quarta-feira, 22 de Abr de 2009
Por: Inês Pedrosa
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Ando às voltas numa rotunda da Vida.
A vida não nos ensina a olharmos para ela. A prestarmos atenção ao que é importante. A vida não nos diz quais são os sinais que nos dá. Não nos dá sequer um toque para o móvel. Não quer saber, safem-se os que me souberem levar, ler e interpretar. Assim pensa a vida. Assim se leva a vida. Assim desta forma tão imprópria para consumo, tão deslavada se conduz a vidinha de cada um de nós e tem dias em que sentimos o áspero escorregar das verdades dos sentidos entre os dedos.
Quase nunca são vãs as nossas ideias, os nossos pensamentos parecem que quase têm força, por mais vagos e inocentes que sejam. Por mais expontâneos. Por mais inóspitos. Por mais secretos.
Estou tão em mim, tão centrada em mim, que deixei simplesmente de assimilar por mais do que por breves instantes, qualquer tipo de memória. Sei apenas, o que senti, ontem, há pouco, há bocado um pouco mais cedo, como me senti quando acordei, e o que fiz..pouco importa. Entrei numa gestão danosa do meu eu, com o meu outro eu, que confronta o mais íntimo do meu outro qualquer que está à conversa numa esquina com a minha sombra. Sabe lá Deus que quererá isto dizer... Tempo de Antena de perfeitos anormais...
Sabe-se portanto, que ando às voltas numa rotunda da vida!!! Certinho direitinho!!! Essa ideia já ninguem ma tira...isso é que era bom, descobri que era exactamente isso que se estava a passar comigo, não se trata de fazer RESET, trata-se antes de andar às volta numa rotunda da vida e não se saber qual é a saída para que se deve seguir caminho. Todos têm muita estrada pela frente, todas têm saídas, todas podem ser boas opções mas tá difícil sair desta nhaca!!!
Hoje mais um dia Mundial...DIA INTERNACIONAL DO LIVRO!
Todos os dias são dias mundiais, mas este até que se pode dizer que é mais do que legitimo, acho bem, acho mesmo bem!! Porquê? Porque sim, porque então não é bom que a gente compre livros mais baratos no dia mundial do Livro?!! Eu cá acho bem?
- E comprou algum livro hoje? Aproveitou as promoções?
- Bem, na verdade não.
LOL...mas hoje porque é o dia mundial do livro e eu até gosto de livros, o melhor que há mesmo para fazer é mesmo ler um pouquinho a ver se se aprende qualquer coisinha nem que não seja a passar menos tempo postar ssuntinhos meus que devia guardar numa caixa e mandar ao mar, mas não chateiam- se as pessoas que perdem temo a ler esta merda, e adiante, mandam-se cá para fora os suntos da vida...Precisa-se da Nossa Sra dos SSuntos Bons!!!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
A adoptar uma conduta mais tranquila...
Quando nos ausentamos por uns tempos do quotidiano sem dele sair na realidade,continuando a desempenhar as funções e obrigações de cada dia, mesmo cumprindo com rigor os horários estabelecidos, estou em RESET total.
I'm out. Mesmo que me vejam, acreditem que não vos estou a prestar atenção nenhuma,não estou nem aí. Estou a fazer resto na minha vida, a pensá-la em cada pormenor dos meus dias. Saber porque falo a cada dia o que faço, o que gosto de fazer, nos meus dias, o que quero fazer para mim na minha vida para me sentir,um tantinho melhor.
Cada inspiração pode agora ser mais longa e demorada, para que custe mais aos dias a passar para ver e entender todo e qualquer movimento do tempo dos dias, da forma da vida, das curvas do destino. Quase como se percorresse mais umas vez as ruas de Lisboa, sozinha, com o crespusculo como cenário de uma tarde de Verão, de início de Verão, quase noite, já hora de jantar, nas vielas perdidas da cidade das Sete Colinas. A luz que me trespasse,a s lentes dos óculos de sol baratos, comprados numa maravilhosa visita à Feira da Ladra, quase cega mas não fere os olhos de tão imenso e reconfortante que é. Feita de um doce algodão fofinho que alguém lavou com sabão Marselha ou natural ou lá como quer que seja que o Tide ou o SKIP chama ao cheiro bom a limpo e a lavado, como os lençóis da casa da avó.
E dizia eu que andava numa de RESET à coisa, e andar ao crespusculo de mais um dia de trabalho, ou de abençoado passeio pela cidade de Lisboa, que nos faz sentir que durante o lusco fusco podemos e devemos fazer RESET à vida. à essência da vida, questionar-mo-nos acerca do caminho que percorremos. É importante jamais deixar de saber o que nos motiva. Mais do que quais os objectivos que queremos alcançar, há que trabalhar a cada dia que o caminho que se percorre até eles é sempre o que nos ensinará a chegar melhor, com menos incidentes de percurso. Não o mais fácil mas antes o que estamos dispostos a suportar e sentirmo-nos felizes com tudo isso.
Procuro-me!!!
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Bom demais...
Fico quase feliz quando leio estas coisas porque acredito nelas. Quer isto dizer, assim por míudos mais miudinhos, que me sinto bem em pensar que a sabedoria, essa virtude que tanto se procura, afinal, mesmo que não me cruze com ela aí por uma qualquer esquina do mundo, mesmo que não me dê o seu braço e me impulsione a vida o bastante para que a mesma siga um caminho mais ou menos tranquilo, ou por mais míudos ainda, se eu continuar a ser burra o resto da vida não faz mal!!!
Estes génios do mundo dizem que é mesmo assim, verdade verdadinha, que eles dizem que assim é.. Esperemos que sim até porque como já é do conhecimento público, agente cá vive com tomates de gajo, sina de gaja e vontades e desejos absurdos e descabidos que desorientam os dias, as noites e as vidas da malta.
Sem queixas, já lá vai o tempo em que me podia queixar do que quer que fosse, agora e desta vez há que assumir, seja qual for o desfecho da coisa... Egocentrismo precisa-se por favor acompanhado de algum juízo e inteligência. Mais do que hora de se saber o que nos faz bem e o que nos faz mal, mais do que momento exacto das trocas das forças entre o inteligível e o ridiculamente aceitável.
terça-feira, 21 de abril de 2009
All men are created equal, one step bellow women...
08.03.2009, Miguel Esteves Cardoso
Só quando os homens chegam a uma certa idade é que podem dizer com certeza que as mulheres são melhores do que eles em tudo - mesmo na bola, a carregar pianos, a lutar com jacarés ou nas outras coisas em que ganhávamos quando éramos mais novos e brutos e fortes.
Quando se é adolescente, desconfia-se que elas são melhores. Nos vintes, fica-se com a certeza. Nos trintas, aprende-se a disfarçar. Nos quarentas, ganha-se juízo e desiste-se. Nos cinquentas, começa-se a dar graças a Deus que seja assim. Os homens que discordam são os que não foram capazes de aprender com as mulheres (por exemplo, a serem homenzinhos), por medo ou vaidade ou estupidez. Geralmente as três coisas. Desde pequenino, habituei-me que havia sempre pelo menos uma mulher melhor do que eu. Começou logo com a minha linda e maravilhosa mãe, cuja superioridade - que condescendia, por amor, em esconder de vez em quando - tem vindo a revelar-se cada vez mais. As mulheres são melhores e estão fartas de sabê-lo. Mas, como os gatos, sabem que ganham em esconder a superioridade. Os desgraçados dos cães, tal como os homens, são tão inseguros e sedentos de aprovação que se deixam treinar. Resultado: fartam-se de trabalhar e de fazer figuras tristes, nas casas e nas caças e nos circos. Os gatos, sendo muito mais inteligentes, acrobatas e jeitosos, sabem muito bem que o exibicionismo vão levar à escravatura vil. Mas é a verdade. E é bonita.
sábado, 18 de abril de 2009
Pq não consigo escrever absolutanente nada ...
Por: Margarida Rebelo Pinto
quinta-feira, 16 de abril de 2009
enquanto nada flui...
Na sei mas assim a coisa na flui. Nem se anda nem se vai, nem de dança nem se descansa!!
Custa-me por vezes lidar com isso. Não se sabe o chão que se pisa?!
Complicado!!! Ou não, naturalmente poderei ser eu mas como sempre sou eu e este ´o meu pequeno espaço de tempo de antena para perfeitos anormais que nada mais pensam em fazer nem em ocupar o tempo senão nisto...
Valores mais altos se levantam...
Love of my life...
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Digno de registo

A Mónica é, de facto, muito boa rapariga. Digo isto porque já a vi no Estádio da Luz a assistir a um jogo. E só por causa disso, claro. Além dela, há uma série de boas raparigas – não as vi na bola mas têm todo o ar disso – que dão a cara, bem como partes do corpo tão ou mais interessantes, na primeira edição nacional da revista criada por Hugh Hefner.
As opiniões são mais que muitas quando se fala da escolha da capa ou das hipóteses de sobrevivência da publicação no mercado. Como não podia deixar de ser, também tenho as minhas: a capa parece-me muito bem e acredito sinceramente que há mercado para a revista, no qual eu creio enquadrar-me, de resto.
Como todos os homens heterossexuais, eu também aprecio mulheres. Se as aprecio, é apenas natural que também aprecie fotografias delas – e se forem giras e estiverem nuas não há dúvidas de que vou apreciar muito, mesmo. Isso não faz de mim um taradinho, tal como o facto de gostar de bola não faz de mim um fanático. Explicando-me melhor, até posso ser um taradinho – mas não serei apenas um taradinho básico maluco da bola.
Posso ser um taradinho complexo, se calhar. As revistas masculinas conhecidas como "de gajas nuas" têm a mania de nos tratar, a nós, "taradinhos complexos", como se fôssemos meros "taradinhos básicos". E por isso mesmo é que não as compramos. Já a ‘Playboy’ faz por tratar-nos como aquilo que somos: pessoas interessantes e interessadas que adoram ver mulheres descascadas. Porque, além delas, há artigos de fundo e entrevistas decentes. E nós vamos comprar. As celebridades portuguesas só têm que pensar: "Se estava bem para a Marilyn está bom para nós."
Pacman
Queria tanto...acreditar

segunda-feira, 6 de abril de 2009
Another night sleeping about..
Lágrimas de Anjo?

Coincidência ou não saberias tu que hoje mais uma vez me farias chorar. Um desconforto que já há muito não sentia e uma realidade que tenho preferido ignorar. Agarro-me aos mais íntimos pormenores para te valorizar e enaltecer, minimizo as grandes verdades desagradáveis na esperança que o tempo as apague, e não te leve também ele, incoerente e fugaz com ele. Jamais conseguirás entender a imensidão do meu amor por ti. O meu pequeno coração carrega muito amor por ti. Não o mereces, não tens capacidade para o retribuir, não entendes que o peso dele é muito mais do que aquele que tu possas aguentar, E continuar a viver, a amar-te assim perdidamente, sem qualquer espécie de controlo ou de segurança, não me traz bem algum. Doi- me o peito outra vez, permito-me, estupidamente, claro está, passar noites a fio seguidas pensar em ti. Momentos intermináveis em que me esqueço de mim. Em que me questiono seguidamente, sem jamais, em instante nenhum, encontrar qualquer solução. Doi-me a alma o peito e o coração.... doi muito...
TRYING TO SLEEP ABOUT IT...
sábado, 4 de abril de 2009
Sorry!!
I loved all the time we've being together.. I can see your smile when i come..
Please don't be away.


