segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
Que estranha forma de vida
E voltamos ao mesmo. Mais do mesmo! Sempre o mesmo. O mesmo patamar dos sentires que atira com a minha vida com toda a força contra a parede, sem qualquer cuidado.
Irra que me aleija. Como só eu mesma me aleijo com todo este imenso coração cheio de coisas e de suntos só meus que eu permito, sem sequer autorizar me atribulem toda a existência e até me façam duvidar da mesma.
Agora resolvi voltar a chorar por tudo e por nada. Deve ser do tempo com toda a certeza do mundo, do universo do infinito e mais além como dizem as minhas queridíssimas crias!
A ver que se chora porque afinal, pessoas como eu, mesmo quando estão certas que controlam as situações emocionais, nunca as controlam, jamais têm qualquer espécie de poder sobre peso e decisões e imunidades em relações e afectos. Tanto que eu julguei que nada me afectaria, sou completamente e perdidamente apaixonada por amar.
O estado que a paixão me inflige, a mim e eventualmente a qualquer outro ser, transgride o mundo do tangível humano e explicativo.
O meu mundo dos sentires agora ressente-se porque agora resolveu fugir o sol da minha vida, o meu escape. Tens uma importância acima da media, compreende-se o porque mas na verdade nada disto faz muito sentido. Foi essa irreal sensação de estar no controlo de essa situação, sem poder sequer suspeitar, debruçada no meu egoísmo que poderias tu ter efectivamente algo que eu pudesse também gostar e desejar e querer e estar e partilhar mais histórias, mais sorrisos e mais cafés.
A tua presença. Valia por si só.
Não pensei que pudesse sentir falta disso, não te dei a devida importância. Vieste com muita sede ao pote...Assustaste-me!! Ninguém me interpelou assim...nao costumo ser abordada muitas vezes nos modos que me abordaste!
Sabia-me bem quando me procuravas! Saudades desse tempo!
Os sentires estão-me a atribular o caminho! Não está fácil...
"Que estranha forma de vida
Tem este meu coração
Vive de vida perdida
quem lhe daria um condão
Que estranha forma de vida
Coração independente
Coração que eu não comando
Vives perdido entre as gentes
Teimosamente sangrando
Coração independente..."
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Tanta Saudade..
Tanta Saudade
Composição: Djavan / Chico Buarque
Era tanta saudade
É pra matar
Eu fiquei até doente
Eu fiquei até doente, menina
Se eu não mato a saudade
É, deixa estar
A saudade mata a gente
A saudade mata a gente
Quis saber o que é o desejo
De onde ele vem
Fui até o centro da terra
E é mais além
Procurei uma saída
O amor não tem
Estava ficando louco
Louco, louco de querer bem
Quis chegar até o limite
De uma paixão
Baldear o oceano
Com a minha mão
Encontrar o sal da vida
E a solidão
Esgotar o apetite
Todo o apetite do coração
Mas voltou a saudade
É, pra ficar
Ai, eu encarei de frente
Ai, eu encarei de frente, menina
Se eu ficar na saudade
É, deixa estar
A saudade engole a gente
A saudade engole a gente, menina
Ai amor, miragem minha
Minha linha do horizonte
É monte atrás de monte, é monte
A fonte nunca mais que seca
Ai, saudade, inda sou moço
Aquele poço não tem fundo
É um mundo e dentro um mundo
E dentro um mundo e dentro um mundo
E dentro é o mundo que me leva
O que faz você feliz?
O Que Faz Você Feliz?
Seu Jorge
O que faz você Feliz?
O que faz você feliz?
O que faz você...
A lua, a praia
O mar, uma rua
Um doce, uma dança
Paixão, dormir cedo
Comer chocolate
Passear na cidade
O carro, o aumento
a casa, o trabalho
O que faz você feliz?
O que faz você...
Arroz com feijão
Matar a saudade
Goiabada com queijo
Um amor, um desejo.
Um beijo na boca,
um dia de sol,
viver um romance,
jogar futebol
O que faz você feliz?
O que faz você feliz?
O que faz você feliz?
O que faz você feliz?
Tive Razão!!
Tive Razão
Seu Jorge
ô ô ô ô ô ô, lá lá lá... a a a
Tive razão
Posso falar
Não foi legal, não pegou bem
Que vontade de chorar, dói
Em pensar que ela não vem, só dói
Mas pra mim tá tranquilo, eu vou zoar
O clima é de partida,
Vou dar sequência na minha vida
E de bobeira é que eu não estou,
E você sabe como é que é, eu vou
Mas poderei voltar quando você quiser!
ô ô ô ô ô ô, lá lá lá... a a a
Demorô vai ser melhor...
