quinta-feira, 28 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Acertar com a vida...como se faz?

É que a questão agora já não é a rotunda, agora o caminho estreitou-se e embaraçou-se e estamos já num cruzamento. um daqueles entroncamentos perigoso onde vale apenas a lei geral da prioridade, onde aparece sempre um tipo da esquerda que é disléxico, e vem contra nós com toda a sua certeza.. em que não se sabe qual o caminho a seguir e que ainda por cima, sim por cima e não por baixo, antes fosse por baixo, mas não é, somos ofuscados pelo sol, que radiante no céu, entre o tom de azul cinzento e roxo e rosa e laranja e mais as cores todas que houverem no arco íris, nos obriga a fechar os olhos, a franzir as sobrancelhas, e a piscá-los muito rápido, não vemos uma palmo à frente do caminho. Não se distingue bem o tracejado e as bermas são duvidosas.
Sabes-se apenas onde se quer chegar, o que se quer alcançar, que têm de se dar passos pequenos. Um metro em cada passo, ou dez neste caso dentro de um carro...Não se consegue nem escrever, isto quase faz nervos e consome-me todas as poucas energias que consigo acumular durante os tempos de descanso.
Preciso definir melhor os tempos de descanso. Os meus tempos inner my circle..
Há um mês atrás já devo ter dito o mesmo, a conversazeca de auto estrada de adoptar uma conduta mais tranquila. Tanga minha, pura Tanga, não podia ser menos tranquila a minha conduta.
É que a sede de viver é grande e gulosa. Insaciável. Sabe-me a insaciável, tem vidas a minha vida. Estou insaciável de viver toda a intranquilidade, a incoerência, a loucura, o deboche, o patético, o inadmissível. Preciso também , ou pelo menos assim vivo, pensando que preciso dessa fome de vida do não lógico, preciso dessa postura como um ensinamento, um exame ao qual tenho de passar com distinção para passar para o próximo nível.
Receio andar meio perdida, sem saber o que fazer, receio não tomar as decisões certas, receio muito que as coisas não possam correr melhor. Receio que a vida me falhe, ou que eu falhe com a vida..
Queria trocar comigo e acertar com a vida!!!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
A questão é mesmo essa...

Um beijo efectivamente prende-nos.
Há beijos que nos mudam a vida. Os sentires, os prazeres, os momentos, os desejos. Há beijos babados que valem por uma vida!
O nosso primeiro beijo não o esqueceremos jamais.
Estou certa disso.
Mudou-nos o mundo dos afectos, mudam-se muitas coisas a partir daí. Não o saberia descrever, nem quero, não faria sentido algum, o nosso primeiro beijo está religiosamente guardado na caixinha dos desejos. Tentaremos sempre repetir a sensação, e repetimo-la vezes sem conta... Sempre com o mesmo desejo, a mesma vontade, os mesmos motivos, as mesmas desculpas de que nos é irresistível. Não resistimos simplesmente. Não o queremos fazer nem temos de o fazer, mas...o tempo ainda tem muito para nos mostrar.
Preciso de mais tempo só... um post sem nexo, lógica nem coerência. É o que temos por agora para oferecer, a velha história do tempo de antena de perfeitos anormais.
O PRIMEIRO beijo é como uma chave: está lá quase tudo. É uma espécie de radiografia ao coração e à alma do outro e também ao seu estado de espírito: se é tímido e meigo ou selvagem e arrebatado, se é discreto e contido ou se avança logo com a língua qual seta de cupido, se é calmo e suave ou agitado e nervoso, se é longo e oferecido ou rápido e fugidio, se é apaixonado com os braços em volta ou excitado com as mãos pelo corpo todo, se é de olhos abertos ou fechados e sobretudo se é bom, muito bom, ou óptimo, porque nisto do amor o óptimo é o maior inimigo do bom e uma pessoa não se deve contentar com menos.
por: Margarida Rebelo Pinto
disponivel em:
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Mudar de registo..como faço???
Escrevo porque às vezes só penso, porque às vezes só sinto, porque às vezes guardo estas trágicas sensações de perda e de dor só para mim e elas parecem consumir-me até aos ossos. Escrevo porque não quero dar certezas ao que estou a sentir, escrevo porque gostava de estar enganada, escrevo porque me perdi em certezas em noites em horas de sono, dias e viagens claras e objectivas por entre a minha e a tua vida.
Escrevo porque te sinto a fugir mais uma vez. Escrevo porque desespero quando não me dizes que me amas, porque sou impulsiva insegura, romântica, frágil, infantil e pouco assertiva.
Escrevo porque sou incoerente porque queria mudar de registo sem nunca ter entendido que o registo não depende de mim, mas sim de ti.
Escrevo porque o faço no impulso de amanhã estar tudo esclarecido e eu possa respirar de alivio e abraçar a almofada de alegria.
Escrevo também porque não tenho nada mais interessante para fazer.. escrevo porque posso. Racionalizar tudo até à mais pequena partícula. Completamente doentia esta minha mania também das coisas assim..
Escrevo somente porque tem dias que julgo escrever qualquer coisa mais ou menos não muito mau, e porque...
"Não quero mais esse negócio de você viver sem mim"
Escrevo porque te sinto a fugir mais uma vez. Escrevo porque desespero quando não me dizes que me amas, porque sou impulsiva insegura, romântica, frágil, infantil e pouco assertiva.
Escrevo porque sou incoerente porque queria mudar de registo sem nunca ter entendido que o registo não depende de mim, mas sim de ti.
Escrevo porque o faço no impulso de amanhã estar tudo esclarecido e eu possa respirar de alivio e abraçar a almofada de alegria.
Escrevo também porque não tenho nada mais interessante para fazer.. escrevo porque posso. Racionalizar tudo até à mais pequena partícula. Completamente doentia esta minha mania também das coisas assim..
Escrevo somente porque tem dias que julgo escrever qualquer coisa mais ou menos não muito mau, e porque...
"Não quero mais esse negócio de você viver sem mim"
domingo, 10 de maio de 2009
Vontade de ti
"Há amores assim, que não têm inicio e muito menos têm fim... se fores o meu final eu serei o teu começo...estou pronta saltar da cabeça contra o mar... eu te quiero tanto.."
Não sei mesmo explicar vou ter de enveredar pelos meus sonhos, tenho de me entregar às sensações, ao patamar dos sentidos, ao amor que sinto e à vontade que tenho mais e mais de estar perto de ti. Pudesse eu arrancar este amor que há tanto me incomoda e invade. O mesmo que me invadiu sem que eu pudesse saber, que nunca quis admitir, que nunca quis desfrutar. Sei hoje que sim que te amo muito, tanto que não podes tu entender, provavelmente não mereces e que sem duvidas me fará abanar a alma e estremecer o coração..pudesse eu acabar com este amor, este sentir absurdo...que espero sempre que me retribuas mais e mais e mais e muito mais para que eu possa finalmente entregar-me sem restrições.
Pudesse eu dizer-te tudo isto sem que me fugisses... pudesse eu ter-te a meu lado sempre que desejo, que me desejasses sempre como dizes que às vezes sentes. que me quisesses tu tanto a mim como eu a ti..que me pudessem ouvir os santos e os deuses, que m ajudem a decidir bem, de pés no chão e de coração tranquilo e seguro.
Não nos dá certezas o coração... dá nos alegrias mas não avisa quando estamos certos do que queremos...tantas duvidas...tantos desejos, tantos obstáculos, tanta vontade de ti...
É isso mesmo que tenho... VONTADE DE TI!!!
É mesmo tudo o que sei....não sei falar de amor...
Tempo de perfeitas anormais, apaixonadas e quase a roçar o saudável...
Não sei mesmo explicar vou ter de enveredar pelos meus sonhos, tenho de me entregar às sensações, ao patamar dos sentidos, ao amor que sinto e à vontade que tenho mais e mais de estar perto de ti. Pudesse eu arrancar este amor que há tanto me incomoda e invade. O mesmo que me invadiu sem que eu pudesse saber, que nunca quis admitir, que nunca quis desfrutar. Sei hoje que sim que te amo muito, tanto que não podes tu entender, provavelmente não mereces e que sem duvidas me fará abanar a alma e estremecer o coração..pudesse eu acabar com este amor, este sentir absurdo...que espero sempre que me retribuas mais e mais e mais e muito mais para que eu possa finalmente entregar-me sem restrições.
Pudesse eu dizer-te tudo isto sem que me fugisses... pudesse eu ter-te a meu lado sempre que desejo, que me desejasses sempre como dizes que às vezes sentes. que me quisesses tu tanto a mim como eu a ti..que me pudessem ouvir os santos e os deuses, que m ajudem a decidir bem, de pés no chão e de coração tranquilo e seguro.
Não nos dá certezas o coração... dá nos alegrias mas não avisa quando estamos certos do que queremos...tantas duvidas...tantos desejos, tantos obstáculos, tanta vontade de ti...
É isso mesmo que tenho... VONTADE DE TI!!!
É mesmo tudo o que sei....não sei falar de amor...
Tempo de perfeitas anormais, apaixonadas e quase a roçar o saudável...
quarta-feira, 6 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Adeus sr que me deu a conhecer a Pantera Cor de Rosa...

De seu nome completo Vasco de Oliveira Granja, nasceu a 10 de Julho de 1925, no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa em Portugal[1], vindo a falecer em Cascais, na madrugada do dia 4 de Maio de 2009. Estudou na escola 12 do Bairro Alto, em Lisboa, e na Escola Industrial Machado de Castro, a qual abandonou após uma reprovação na disciplina de álgebra, no quarto ano.
Aos 15 anos de idade, encontrou o seu primeiro emprego, nos Armazéns do Chiado. Era responsável pelas amostras de seda que eram oferecidas às clientes. Algum tempo mais tarde, foi transferido para o departamento de publicidade, quando notaram que tinha um grande gosto pela leitura. Pintava cartazes com anúncios para as montras.
Como o ordenado não era suficiente, mudou de emprego, tendo ido trabalhar para a Foto Áurea, na Rua do Ouro, em Lisboa, estabelecimento esse que hoje já não existe. Nessa altura, visitava com frequência a Biblioteca Nacional, que estava aberta aos jovens. Interessava-se já por museus, pintura e pelo desporto, tendo sido sócio do Benfica durante algum tempo.
Durante a sua infância, apaixonou-se pelo cinema. Como na altura não existia classificação etária nos cinemas, percorreu todos os que existiam em Lisboa.
Casou-se com Maria Inácia, uma jovem de família oriunda do Ribatejo, que conheceu num baile em Lisboa. Tiveram uma filha e duas netas.
No decorrer dos anos 50, durante o regime fascista em Portugal, associou-se ao movimento cineclubista. Em Lisboa, participava no aluguer de salas e na projecção de filmes obtidos através das embaixadas, em formato de 16 milímetros. Os filmes tinham sempre que passar pela censura. Apesar disso, conseguiam mostrar filmes do neo-realismo italiano. Em 1952, foi detido pela PIDE, em consequência do dinheiro dos bilhetes para os filmes se destinar a financiar o movimento de resistência ao regime do Estado Novo. Esteve preso durante seis meses, na prisão do Aljube.
Em 1960, esteve presente no festival de animação de Annecy, em França, a representar Portugal. Durante essa viagem, a primeira fora do seu país, ganhou uma nova paixão pela animação. O cineasta canadiano de animação Norman McLaren tornou-se o seu maior ídolo. Viria a conhecê-lo pessoalmente.
Vasco Granja esteve ligado ao PCP e participou na festa do jornal do partido, a festa do AvanteDurante os anos 60, foi novamente detido pela PIDE, devido à sua ligação na altura ao Partido Comunista Português, mais concretamente à célula comunista dos cineclubes. Esteve preso durante 16 meses, tendo cumprido parte desse tempo em Peniche. Na prisão, foi submetido a várias torturas físicas e psicológicas, como a tortura do sono.
Em 1974, deu início a um novo programa de televisão, denominado "Cinema de Animação", na RTP, que viria a durar 16 anos, com mais de mil programas transmitidos. Nesses programas, dava a conhecer a animação de todo o mundo, desde aquela que era realizada nos países do leste da Europa, até à proveniente da América do Norte. Pretendia, com o seu programa, divulgar, para além da própria animação, uma mensagem de paz, que considerava estar presente em muitos dos filmes da Europa de Leste que transmitia.
Ainda em 1974, foi membro do júri do Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême.
Em 1975, criou um curso de cinema de animação, a partir do qual viria a nascer a Associação Portuguesa de Cinema de Animação.
Em 1980, foi membro do júri da quarta edição do Animafest [2], o Festival Mundial de Animação de Zagreb, realizado na então Jugoslávia. Participara já como observador neste festival na edição de 1974, logo após o 25 de Abril[3].
Permaneceu na RTP até 1990.
Teve uma breve aparição no programa humorístico de televisão Herman Enciclopédia, em 1998, durante a qual parodiava os seus próprios programas sobre animação.
A Festa do Avante de 2006, organizada pelo Partido Comunista Português, contou com a sua participação na selecção de filmes de animação de diversas origens, com particular destaque para películas oriundas da antiga Checoslováquia.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
" Não desista. Somos todos precisos."
" TODA A GENTE GRITA: TODOS DIFERENTES TODOS IGUAIS, MAS SE CALHAR HÁ UNS QUANTOS BACANOS A MAIS!"Doi-me muito saber que pago eu isto tudo..ou melhor pagam todos, pagamos todos, o eterno PAGAM TODOS... A Fatinha é que tina a razão, ela e a governanta sabem-na toda..Elas é que a sabem levar.. à vida bem levadinha ali ao jeitinho que Deus quer...
Ai os tempos que passaram!!! Vida Louca!!!
Tenho obrigação de ser mais inteligente do que isto...

Mais um pouquinho fala quem sabe...Racionaliza também muito isto mas aposto que dorme bem mais serena do que eu à noite... Sei disso muito bem. Luto contra os meus patamares dos sentires, também à vezes em que se sente com mais intensidade, outras, valham-nos esses momentos, trazem-nos de volta à razão. Sabemos que nadamos em sentido contrário.." Uma casa ao nosso lado"...
"O verdadeiro príncipe não está sempre a precisar de se ausentar para pensar bem naquilo que quer; ele sabe o que quer e, uma vez tomada a decisão, segue o seu instinto com coerência e consistência.
Talvez a sua maior qualidade, ao contrário dos príncipes confusos e indecisos, é não ter medo de ser feliz. Ele sabe que ser feliz dá trabalho, requer investimento, obriga a tempo e apela à disciplina. Ele tem consciência de que a sua donzela, tal como qualquer outra mulher, é complexa, mimada, caprichosa, por vezes infantil, não raro insegura e de vez em quando insuportável. Mas ele também sabe que gostar dela é aturá-la com os defeitos e aproveitar ao máximo as suas qualidades.
O VERDADEIRO príncipe tem poucas dúvidas, opera segundo o princípio da determinação. Já os outros, os que andam a brincar ao Homem Ideal, são escravos da hesitação; precisam sempre de mais um tempo. Meus amigos, tempos dão-se no futebol. Um homem que se preze, ou quer ou não quer. É pegar ou largar. "
Por: Margarida Rebelo Pinto
Be Aware... something's about to begin..
I can feel it...
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