segunda-feira, 30 de março de 2009

Amor talibã...



Mesmo de encontro ao que gostaria de dizer.. Assertiva ainda que algo drástica e romântica. Gosto, pior concordo..acredito em parte do que a Sra. escreve. Farei o possível para o evitar. Rupturas abruptas e decisões mal pensadas. Trabalharei cada hora do meu dia nesse sentido. Por mais que me faça mais tarde doer a alma, não permitirei perante o óbvio que arrases o que quer que seja.. faças o que fizeres, de mim terás o que sempre tiveste, a minha frontalidade e dignidade. A minha estúpida necessidade de ter sempre tudo preto no branco, de racionalizar tudo. É importante ser honesta, frontal quase muito mais do que assertiva, naturalmente impulsiva...
Sempre transparente...
Quem me olha entende-me... antes quem me lê, entende-me.


"(...) DESCONFIO sempre dos amores totais, brutais, avassaladores, que movem montanhas e provocam grandes mudanças na vida das pessoas. (...) O AMOR talibã não reconhece erros, falhas, hesitações, pausas, momentos de dúvida ou de reflexão. É como um tsunami de paixão e de fanatismo que varre tudo à sua passagem, sem margem para compassos de espera ou segundas oportunidades. É o branco no preto, o tudo ou nada, o pegar ou largar, o nunca ou o sempre, seguindo uma lógica de contos de fadas que nunca existiu na vida real. O mito do ‘foram felizes para sempre’ cai pela base, porque ninguém consegue estar sempre feliz nem ninguém vive para sempre.(...) não existem relações instantâneas nem perfeitas, não se constroem casas a partir do telhado, não se brinca às famílias com os filhos dos outros nem com os nossos, não se fazem promessas impossíveis de cumprir, não se hipoteca a vida a troco de um sonho.
Quem quiser voar alto, que tire o brevet, sem aldrabar as horas de voo necessárias para se fazer à pista
."




Maragarida Rebelo Pinto

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