segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A chuva, sim outra vez a Chuva...



Já é bem verdade que o tempo já deveria ter cumprido melhor o seu trabalho, o de fazer esquecer e apagar, o de atenuar, com a preciosa ajuda da lonjura, o meus desejo de te ter. Preferia naturalmente não te desejar mais mas, hoje constatei que nos últimos meses não vi nenhum homem, leia-se espécie do sexo oposto, interessante, o que é matematicamente impossível, Graças a Deus, assim pelo menos eu creio piamente. E isso é no minim o preocupante, quer isto dizer que ando totalmente embrenhada nos meus pensamentos, sem sequer olhar à volta!!!

Raro isso. Não costumo andar de cabeça baixa. Por outras palavara também quer dizer que na verdade ainda te amo tanto, que estou em tal estado de viuvez, desde que te foste embora, qual punição de castidade, que não passa despercebida mas também não faz grande mossa...

Nas ruas da cidade é muito fácil viver-se na solidão e isolados sem que ninguem se aperceba disso. Tu não sabes o que isso é. No teu planeta não há grandes cidades, nem pessoas anónimas. Mundo pequenino esse o teu...lol...

Cada lugar teu, ainda não esqueci cada lugar meu, ancorado em cada lugar teu

Há dias que marcam alma e a vida da gente

e aquele em que tu me deixaste não posso esquecer

http://www.youtube.com/watch?v=TgFep0FBmCg

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