segunda-feira, 6 de outubro de 2008

És fraco p'ra mim!!!



Os desejos comandam a vida.
Sociabilidade intrinsecamente estabelecida. quere-se acima de tudo preservar o que se tem. è importante que assim seja. Os medos querem-nos impávidos e serenos a seguir as orientações que nos dão, é mais facil assim, sempre que se erra não tem de se arcar com todas as culpas, divide-se a culpa ao meio, e argumenta-se vivamente entre amigos e outros demais comparsas, a vida é mesmo assim, eu tenho costas largas, vive-se como se pode!!!
Tristezinha poética lamechas da maioria dos comuns mortais, socialmente estabelecidos e desprovidos de qualquer ambição pessoal que não seja imediatamente palpável, e familiarmente aceite e aplaudida.
Cada gesto teu tem repercussões na vida de cada nós quatro, quase começo a ver este filme a quatro, porque na verdade há pessoas implicadas em todo o desenrolar da coisa que mesmo nao estando a par do que aconteceu, são partes comuns e interessadas nas tuas e minhas acções e decisões.
A mim surgiste como um tornado que leva por terra todos os alicerces da nossa vida. Revira tudo, faz-nos requestionar-mos sobre tudo, todas as noites são de interrogação, duvidas, palavras, poemas. copos de vinho tinto e cigarros. Isto significa uma reflexão profunda, quicá produtiva e/ou conclusiva.
Sei de alguém...que grita aos sete ventos :"Fazes-me acreditar no amor." Eu diria sobre ti que me fizeste desacreditar no amor.
Julguei que o amor fosses tu, fosse o que eu sinto por ti, que fosse a nossa cumplicidade inata de longa data e inequívoco desejo de possessão. Sabes que o meu corpo se move sempre na tua direcção, que sonhas comigo quando me vês, que desejavas tantas vezes e em tantos momentos estar junto a mim, a tocar na minha pele e a respirar o meu cheiro. Sei que vais sentir saudades, Sei que me vais voltar a desejar. Sei que te vais voltar a arrepender, sei também que agora sim nunca mais mo dirás, sei que não te voltarei a sentir. Custa-me pensar que não volto a tocar os teus lábios, a olhar-te nos olhos a ler-te nos teus suspiros, a sentir-te no meu colo.
Julgava que contigo as canções de amor tinham significado, pensei que podiamos partilhar sonhos e confidencias, que podia ser lamechas, romantica e exagerada. Pensava que te podia amar eternamente, que me respeitarias e admirarias sempre muito como eu a ti, que me darias flores no dia dos meus anos e me escreverias um postal de quando a quando porque sabes que eu adoro que me escrevam cartinhas.
Julgava-te a ti o próprio Amor. Pensava que o Amor eras tu. Tu eras o Grande Amor,eternamente o grande Amor. aquele que ninguém mais tem, tinha só eu e tu, no meu coração guardado, ancorado, tatuado na minha vida.
Arruinaste o mais belo conceito que havia conseguido descodificar por inteiro, arrebataste por completo toda a minha imagem de felicidade e pretendes que também apague da minha memória as imagens de mais de 15 anos, que faça delete neste episódio e no outro e no outro também.
Oh meu rapazinho és fraco p'ra mim!!!!

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