quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Mais desejos...issues of life...DALLAS...
Entender as razões do insensatez do nativismo abominável em geral e também em particular
Desejo saber porque é que o motor está sempre em reparação e nunca vem como novo
Desejo não atrair mais ssuntos maus para a vidinha da gente
Desejo ssuntinhos bons simples e que me façam bem
Desejo que a espécie oestina seja alvo de um estudo antropologico, sociologico, e todos os ógicos que existam, é um assunto que merece destaque efectivo
Desejo atirar ao mar algumas pessoas
Desejo.....
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
VINHO??? Só de Coca!!!
Insónias? Vá aos remédios da avó!!! Ópio para bébés!!!

sábado, 14 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Heroína... Boa Castanha!!
Origem
O elevado número de viciados em morfina (usada como analgésico), criou a necessidade de se encontrar outra substância que funcionasse como substituto e não gerasse dependência. Foi neste contexto que, em 1874, os laboratórios alemães Bayer descobrem um novo produto, ao qual dão o nome de heroína (heroish em alemão significa poderoso, heróico).
A heroína era três vezes mais forte do que a morfina com doses menores. Foi utilizada para tratamento de dependentes de morfina (aliviando os sintomas de abstinência) e de álcool e também com doentes de tuberculose incurável. Estes doentes, que acabavam por falecer, viam-se libertos das dores e tosse e, quando lhes eram administradas doses elevadas, experimentavam estados de euforia. Durante pouco mais do que uma década pensou-se que era segura, eficaz e não produzia efeitos secundários, no entanto, estes começaram a tornar-se visíveis, apesar dos esforços da Bayer para controlar as críticas. Ironicamente, verificou-se que a heroína é ainda mais viciante do que a morfina.
Os Estados Unidos, em 1912, fizeram esforços para combater o comércio de ópio, assinando um tratado internacional. Dois anos mais tarde, o Congresso norte-americano passou uma lei de restrição do uso de opiáceos, tornando, poucos anos depois, a heroína ilegal.
Assim sendo, os indivíduos a quem antes era administrada heroína como medicamento e que entretanto tinham desenvolvido dependência, tornam-se, de um momento para o outro, marginais que se vêem obrigados a recorrer ao mercado negro para suprimir as suas necessidades e evitar a penosa síndrome de abstinência.
Em 1972, verifica-se uma quebra repentina do fornecimento de ópio, o qual se associou à acção da polícia. No entanto, veio a descobrir-se que tal se devia a desenvolvimentos no sudeste asiático, onde a produção estava a ser incrementada, com o apoio activo da CIA, para ser enviada para a Europa Ocidental.
Como consequência, os consumidores de ópio rapidamente se tornam consumidores de heroína. Igual aceitação é encontrada entre os consumidores de anfetaminas, que passam a usar a heroína para combater o excesso de estímulos causados pelos speeds.
Verifica-se nova quebra do chamado "açúcar castanho" com o fim da guerra no Vietnam, que é compensada pelo aumento da produção do sudoeste asiático, com origem no Paquistão e Afeganistão. O aparecimento desta nova fonte, assim como a distribuição de metadona na Holanda, fazem com que os preços da heroína decaiam fortemente.
O nome Heroína foi o nome comercial com que foi registada pela farmacêutica alemã Bayer[2] (da palavra alemã "heroisch" heróico, uma referencia à sua estimulação e analgésia).
Esta substância é um opiáceo, sendo, por isso, produzida a partir da papoila (de onde é extraído o ópio), que é transformada em morfina e mais tarde em heroína. Os principais produtores de papoila são o México, Turquia, China, Índia e os países do chamado Triângulo Dourado (Birmânia, Laos e Tailândia). Os opiáceos actuam sobre receptores cerebrais específicos localizados no sistema límbico, na massa cinzenta, na espinal medula e em algumas estruturas periféricas. A morfina, um dos principais componentes da heroína é responsável pelos seus mais salientes efeitos. Funciona como um analgésico poderoso e abranda o funcionamento do Sistema Nervoso Central e da respiração.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
She's still out to get me
NaiveLily Allen
Composição: Kooks
I'm not saying it was your fault
Although you could have done more
Oh you're so naive yet so
How could this be done
Your such a smiling sweetheart
Oh and your sweet and pretty face
In such an ugly way
Something so beautiful
That everytime I look inside
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it may be
She's still out to get me
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it may be
She's still out to get me
I may say it was your fault
Cause I know you could have done more
Oh you're so naive yet so
How could this be done
By such a smiling sweetheart
Oh and your sweet and pretty face
In such an ugly way something so beautiful
Everytime I look inside
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it maybe
She's still out to get me
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it may be
She's still out to get me
How could this be done
By such a smiling sweetheart
Oh you're so naive yet so
Such an ugly thing
Someone so beautiful
And everytime you're on his side
I know she knows that I'm not fond of asking
True or false it maybe be she's still out to get me
And I know she knows that I'm not fond of asking
True or false it maybe
be she's still out to get me
Just don't let me down
Just don't let me down
Hold on to your kite
Just don't let me down
Just don't let me down
Hold on to your kite
Just don't let me down
Just don't let me down
Hold on to this kite
Just don't let me down




