quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mais desejos...issues of life...DALLAS...

Mais alguns desejos: (também vale repetidos ok?)

Entender as razões do insensatez do nativismo abominável em geral e também em particular

Desejo saber porque é que o motor está sempre em reparação e nunca vem como novo

Desejo não atrair mais ssuntos maus para a vidinha da gente

Desejo ssuntinhos bons simples e que me façam bem

Desejo que a espécie oestina seja alvo de um estudo antropologico, sociologico, e todos os ógicos que existam, é um assunto que merece destaque efectivo

Desejo atirar ao mar algumas pessoas

Desejo.....

We did it!! El fin es ayer...


Sabes lá tu o que é a vida no mar!!!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

VINHO??? Só de Coca!!!

Quem não gosta do velhinho OVOMALTINE!!! Já sabem de onde vinha vossa energia?? Não teria nada a ver com o fabricante deste produto não???
Digo eu nã sei!!

Insónias? Vá aos remédios da avó!!! Ópio para bébés!!!



Curiosamente...esta imagem..não sei muito sobre ela....try to find it...
Antigamente ninguém tinha insónias, havia remédios pa isso, e trazia também a fada dos sonhos com o soninho...
É concerteza daí que deriva a palavra: óó; oh pois é que até os anjos os conheciam!!! LOL
Ópio para bébés recém nascidos. Nada melhor do que pôr os meninos a dormir com uma ajudinha, não???


Se é coerente e faz algum sentido escrever-se aqui algumas coisas que gostaríamos de manter secretas para sempre não sei, ou melhor, até sei, não, não faz sentido escrever-se à janela do mundo o que de mais secreto há em nós , muito menos quando não temos nós coragem de partilhar esse escritos com mais ninguém. Certo é que aqui se sente como se estivessemos realmente apartilhar essas emoçoes desejos e segredos com alguém, só que com alguém que nunca vimos, e provavelmente não iremos ver o rosto, com pessoas, que lêm com mais ou menos interesse, os post, que não sabem absolutamente nada sobre nós que a quem não devemos nós nunca nada. Acredito eu que esta seja principal motivação dos que escrevem anonimamente como eu nesta vitrine da humanidade.

O universo do blog, do espaço próprio, do nosso espaço sideral, aquele que só a nós se refere, o existir perante o mundo, tornar-se visível através de um computador, e até fazer desse facto História, faz-nos crer que existimos para além da nossa casa, a nossa familia, os nossos amigos e o nosso trabalho. Ir para fora cá dentro!! Nada mais certo neste imenso universo que as TICs têm vindo constantemente a proporcionar-nos.

Uma vez que não há leis nem juízes neste mundo, escrevem-se as maiores barbaridades, é dar tempo de antena a perfeitos anormais, como eu e muitos outros também.

É disto que se trata o meu blog. Tempo de antena de pensamentos de uma Perfeita Anormal, pensamentos indigentes, românticos, clássicos, conservadores tem dias, textos incoerentes e sem qualquer preocupação estética, já para não das imensas ofensas à Língua Portuguesa.

Nem literatura nem literacia, sinto que me falta um pouco das duas, consoante os dias, mas faltam-me todos os dias, isso sim eu sei, quase me sinto abominavelmente banal e curriqueira. Tenho uma unha OESTINA!!! Oh meu deus!!

Nada disso, mentira pura. Não tenho nada de Oestino.

Ssuntos que não interessam a ninguém lá esta...o desenredo, a não história. a não estório, a não frase... o não texto. O único sentido que me interessa é o que me leva para a frente.

Fui!!!!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Heroína... Boa Castanha!!

Origem

O elevado número de viciados em morfina (usada como analgésico), criou a necessidade de se encontrar outra substância que funcionasse como substituto e não gerasse dependência. Foi neste contexto que, em 1874, os laboratórios alemães Bayer descobrem um novo produto, ao qual dão o nome de heroína (heroish em alemão significa poderoso, heróico).

A heroína era três vezes mais forte do que a morfina com doses menores. Foi utilizada para tratamento de dependentes de morfina (aliviando os sintomas de abstinência) e de álcool e também com doentes de tuberculose incurável. Estes doentes, que acabavam por falecer, viam-se libertos das dores e tosse e, quando lhes eram administradas doses elevadas, experimentavam estados de euforia. Durante pouco mais do que uma década pensou-se que era segura, eficaz e não produzia efeitos secundários, no entanto, estes começaram a tornar-se visíveis, apesar dos esforços da Bayer para controlar as críticas. Ironicamente, verificou-se que a heroína é ainda mais viciante do que a morfina.

Os Estados Unidos, em 1912, fizeram esforços para combater o comércio de ópio, assinando um tratado internacional. Dois anos mais tarde, o Congresso norte-americano passou uma lei de restrição do uso de opiáceos, tornando, poucos anos depois, a heroína ilegal.

Assim sendo, os indivíduos a quem antes era administrada heroína como medicamento e que entretanto tinham desenvolvido dependência, tornam-se, de um momento para o outro, marginais que se vêem obrigados a recorrer ao mercado negro para suprimir as suas necessidades e evitar a penosa síndrome de abstinência.
Em 1972, verifica-se uma quebra repentina do fornecimento de ópio, o qual se associou à acção da polícia. No entanto, veio a descobrir-se que tal se devia a desenvolvimentos no sudeste asiático, onde a produção estava a ser incrementada, com o apoio activo da CIA, para ser enviada para a Europa Ocidental.

Como consequência, os consumidores de ópio rapidamente se tornam consumidores de heroína. Igual aceitação é encontrada entre os consumidores de anfetaminas, que passam a usar a heroína para combater o excesso de estímulos causados pelos speeds.

Verifica-se nova quebra do chamado "açúcar castanho" com o fim da guerra no Vietnam, que é compensada pelo aumento da produção do sudoeste asiático, com origem no Paquistão e Afeganistão. O aparecimento desta nova fonte, assim como a distribuição de metadona na Holanda, fazem com que os preços da heroína decaiam fortemente.

O nome Heroína foi o nome comercial com que foi registada pela farmacêutica alemã Bayer[2] (da palavra alemã "heroisch" heróico, uma referencia à sua estimulação e analgésia).
Esta substância é um opiáceo, sendo, por isso, produzida a partir da papoila (de onde é extraído o ópio), que é transformada em morfina e mais tarde em heroína. Os principais produtores de papoila são o México, Turquia, China, Índia e os países do chamado Triângulo Dourado (Birmânia, Laos e Tailândia). Os opiáceos actuam sobre receptores cerebrais específicos localizados no sistema límbico, na massa cinzenta, na espinal medula e em algumas estruturas periféricas. A morfina, um dos principais componentes da heroína é responsável pelos seus mais salientes efeitos. Funciona como um analgésico poderoso e abranda o funcionamento do Sistema Nervoso Central e da respiração.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Nativismo abominável

Se alguém estiver mesmo atento também o vê da lua!!!! Ao meu amor.....

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

She's still out to get me

Naive
Lily Allen
Composição: Kooks


I'm not saying it was your fault
Although you could have done more
Oh you're so naive yet so
How could this be done
Your such a smiling sweetheart
Oh and your sweet and pretty face
In such an ugly way
Something so beautiful
That everytime I look inside
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it may be
She's still out to get me
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it may be
She's still out to get me
I may say it was your fault
Cause I know you could have done more
Oh you're so naive yet so
How could this be done
By such a smiling sweetheart
Oh and your sweet and pretty face
In such an ugly way something so beautiful
Everytime I look inside
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it maybe
She's still out to get me
I know that she knows that I'm not fond of asking
True or false it may be
She's still out to get me
How could this be done
By such a smiling sweetheart
Oh you're so naive yet so
Such an ugly thing
Someone so beautiful
And everytime you're on his side

I know she knows that I'm not fond of asking
True or false it maybe be she's still out to get me
And I know she knows that I'm not fond of asking
True or false it maybe
be she's still out to get me

Just don't let me down
Just don't let me down
Hold on to your kite
Just don't let me down
Just don't let me down
Hold on to your kite
Just don't let me down
Just don't let me down
Hold on to this kite
Just don't let me down

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